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Brasil: o quinto país que mais “exporta” missionários

O Brasil é o quinto país que mais “exporta” missionários. Em primeiro lugar no ranking, está os Estados Unidos, seguido da Coreia do Sul. Depois, vem a Índia e logo após a China. Os dados são da pesquisa Força Missionária Brasileira 2022, do Departamento de Pesquisas e de Cuidado Missionário da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB), tendo iniciado o levantamento em 2018.

O coordenador da pesquisa, Felipe Fulanetto, diz que a Coreia do Sul, em breve, ocupará a primeira posição como país “exportador”. Isto porque, segundo ele, a nação possui um dos maiores números de evangélicos no mundo, além de muitas igrejas fortalecidas desde as décadas de 80 e 90 que enviam missionários para diversas partes do planeta.

Foto: Reprodução

O estudo mostra ainda que, atualmente, o número de missionários transculturais evangélicos brasileiros enviados para dentro e fora do Brasil soma 19 mil. Em 2015, esse número era de 15 mil. “Temos aumentado o número de envio missionário. A Taxa de Crescimento Anual (TCA), hoje, está na casa de 5%”, afirma Felipe Fulanetto, coordenador da pesquisa.

O levantamento mostra que 52% dos missionários estão atuando fora do Brasil e 48% em solo brasileiro. Assim, 11% deles servem com mais de uma agência missionária e 75% desempenham funções de linha de frente no campo e 25% são de apoio e/ou de base.

Não existem informações de que há missionários brasileiros em todos os países do mundo. No entanto, eles estão em todos os continentes. De acordo com o estudo, os cinco países com mais presença numérica de missionários transculturais brasileiros: Brasil, Portugal, Moçambique, Guiné Bissau e Paraguai. Isto significa que a tendência de envio está em proximidade cultural e linguística, sendo dos cinco países, quatro lusofónicos e o último hispânico.

Perfil dos missionários brasileiros

O estudo revela ainda que, nas missões transculturais, as missionárias brasileiras representam 52% e os missionários 48%. Sobre o estado civil, 80% são casados, 18% solteiros, 1% divorciados e 1% de viúvos, sendo que dos solteiros, 82% são mulheres enquanto apenas 18% são homens.

A faixa etária média dos missionários transculturais brasileiros é de 44 anos, com em torno de 1,4 filhos por casal. A idade média que os missionários brasileiros tem quando são enviados ao campo é de 30 anos.

Formas de envio

Sobre o processo de envio, a pesquisa identificou quatro tipos: pela igreja local e agência missionária (85%), pela igreja local sem vínculo com organização (8%), pela agência missionária sem vínculo com a igreja local (6%), e os independentes em ligação com igreja ou organização (4%).

“Pela experiência prática e convivência com missionários, igrejas e organizações, a AMTB indica que todos os missionários sejam enviados por uma igreja local, juntamente com uma agência missionária, isto é 18% da força missionária brasileira de alguma forma está fora do padrão ideal de envio missionário, representando em números cerca de 3.400 pessoas”, afirma Fulanetto.

Treinamento do missionário

A pesquisa mostra também que o treinamento teológico e missiológico alcança 90% dos missionários brasileiros transculturais, enquanto 10% não realizaram nenhum tipo de preparo. Essa realidade é equivalente para ambos os sexos. Por outro lado, missionários sem vínculo com agência e/ou igreja tem a probabilidade de duas vezes mais de não terem treinamento antes de partirem para o campo.

Assim, quando o recorte atinge somente os missionários independentes, sem vínculos com igreja ou organização missionária, 43% deles são enviados sem treinamento. Isso representa quatro vezes mais probabilidade do que os outros tipos de envio.

Segundo a pesquisa, os missionários brasileiros transculturais apontaram algumas áreas carentes de treinamento: antropologia, aconselhamento, linguística, teologia, plantação de igreja, missiologia, cuidado missionário, finanças, evangelismo e liderança. Essas necessidades correspondem às prioridades que eles desenvolvem no campo: plantio e/ou revitalização de igrejas (48,5%), evangelização (48%), ensino teológico e/ou missiológico (27,9%), liderança eclesiástica e/ou organizacional (23,9%), compaixão e/ou justiça social (22,5%), mobilização missionária e/ou recrutamento (17,4%), tradução bíblica e/ou educação junto ao povo local (16,1%).

“O movimento missionário brasileiro continua atuante mesmo em períodos de crises e pandemia, que é motivo de louvor a Deus”, ressalta o relatório, que conclui: “Que Deus continue a derramar graça, força e direção para que todos os povos, línguas, tribos e nações conheçam o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, a saber, Jesus, o Cristo”.

 

Fonte: Comunhão

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